No longa, temos o protagonista, Oliver, que logo na primeira cena mostra que tem tendências suicidas ao imaginar como os outros reagiriam à sua morte, porém mostra-se também um adolescente diferente e maduro em relação aos outros.
Além dele, há Jordana – a mocinha da vez – que de tão fora do padrão protagonista linda e fofa torna-se magicamente encantadora e eternamente memorável.
A história de amor dos dois foge do clichê dos livros românticos e nos traz para a realidade das nossas vidas onde enfrentamos problemas reais como os familiares, doenças e até mesmo insegurança no relacionamento.
A trama tem uma zona de conflito tão sutil que fica longe dos genéricos filmes americanos – até porque este vem do Reino Unido, mas não vem ao caso – neste longa, até as mais fáticas das conversas tem um toque de profundidade que te fará refletir e possivelmente se sentir nostálgico.
Com uma fotografia crua que se remete rapidamente a melancolia, Submarine é um filme que entrou na lista dos meus prediletos e culpo, parcialmente, à sua direção onde nos insere de forma franca em cada cena e outra parte à trilha sonora composta apenas com músicas do Alex Turner do Arctic Monkeys.




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